16 de setembro de 2009

Mordida com sotaque inglês

Eu sempre fui apaixonada por histórias de vampiros. Não sei dizer a razão, se pela curiosidade que esses seres despertam, pelo mistérios que emanam ou simplesmente porque no fundo, eu queria ser uma vampirinha! Nem vou dizer que ando surtando com série True Blod exibida pela HBO (super indico aliás) e que passo horas discutindo com um super amigo que, também ama os dentucinhos, diversas teorias vampirescas. Não é Robson!!!

Enfim, desde Bela Lugosi (seu Drácula de 1931 é fabuloso) as encarnações desses seres são as mais diversas, imperando um misto de sensualidade e fragilidade, seres que lutam contra sua “natureza perversa” (alguns nem tanto, né Tom Cruise?!?!?), e sempre, invariavelmente, se apaixonam por um humano.

Lá vamos nós para uma dica com sotaque inglês. Na verdade eu esperei demais pra escrever sobre esse filme, talvez estivesse esperando o fim da trilogia né, assim fica mais bacana e tudo mais. Mas vamos deixar de conversa fiada e irmos logo ao que interessa! A franquia americana Anjos da Noite (Underworld EUA,2003,2006 e 2009) é uma boa prova de que filmes com vampiros ainda rendem boas histórias.

O mote é esse: uma briga milenar entre vampiros e Lycans (lobisomens). Junte à isso um casalsinho ternura que (claro!) tem que lutar pra ficar junto, um chefe de vampiros mentiroso e o bandido que não é bandido. Pronto! Já temos uma super bacana e indicada trilogia.

O filme começa com essa guerra, a vampirinha que narra a história se chama Selene (Kate Backinsale) e explica como essa guerra começou, como vivem os vampiros de hoje e dá uma boa passada na história dessa rivalidade. Até que ela descobre que Lucian (Michael Sheen suuuuper versátil) , o chefe dos lycans está vivo e atrás de um humano (todos pensavam que o totó já havia sido morto).

Basicamente no primeiro filme descobrimos que ninguém é o que parece ser, o bom não é bom e muito menos o bandido é bandido. Em 2006 vem a segunda parte, Anjos da Noite – A evolução- que continua na pegada de ação do primeiro, com ótimos efeitos visuais e personagens cheios de história pra contar, não só pêlos e dentes mas muito conteúdo. Nos dois primeiros, a direção é de Len Wiseman , marido de Kate (que largou Michael Sheen nas filmagens do primeiro filme pra ficar com ele) que soube levar bem a produção.
Tem alguma coisa nela que encanta até quem não gosta desses seres. Não chega ser assustador, é interessante eu diria. Daí em 2009 temos Anjos da noite – A Rebelião.

Lembra quando eu disse que o bandido não era bandido. Pois bem, ele ganha um filme só pra ele pra contar como, de verdade, começou a rivalidade entre vampiros e lobisomens. Lucian era apaixonado pela filha de Viktor (o ótimo Bill Nighy) chefe dos vampiros. É claro que eles não poderiam ficar juntos né, daí o pai ,literalmente, manda a filha pra forca , mata a mocinha só pra que ela não misture as espécies (ela estava grávida). O probrezinho do Lucian é forçado a ver sua amada queimar (no sol) e se desfazer em cinzas. Antes de tudo isso , os lycans eram escravos, como cães de guarda dos vampiros. Depois disso há o levante e a turma resolve ser independente.

Daí é muita mordida, arranhão, sangue e por aí vai. Sensacional. E sim, essa história que narra a origem é a última das três produções (qualquer semelhança com George Lucas é mera coincidência).

Os filmes são muito bem amarrados, as continuações se valem de pistas e memórias mostradas nos anteriores para criar novas histórias e explicar outras coisinhas. Sem falhas. Sem contar minha gente que, seguindo a tradição os vampiros e lobisomens enchem a tela (grande ou pequena) de peitorais bem definidos (meninas confiram!!) e corpos per-fei-tos!

Fora isso, é difícil mas esqueçam as obras de arte de carne e osso, o filme é um prato cheio para fãs dessas histórias ou simpatizantes apenas. "Tudibão" vampiros e lobisomens com sotaque da terra da Rainha!

Na minha opinião destaque para Michael Sheen, ator britânico de teatro que tem encarado ultimamente os mais diversos papéis. Kate causa inveja naquela roupinha de couro e Bill Nighy , sem comentários! Não lembra em nada o roqueiro cômico e decadente de Simplesmente Amor. Fabuloso!

Ah, Robson esse post é em sua homenagem. Esse cara é phd em assuntos vampiríristicos rs rs

Me contem depois!

2 comentários:

Robson disse...

Leila, é tudo muito fantástico nesse universo vampiresco.
E agora estou achando interessante os metamorfos...
É uma honra ser citado no blog de vcs!!!

bacio

Bruna Bernordi disse...

Leiloca,
que resenha perfeita!
Eu adoro essas coisas de mistérios e seres que não existem como vampiros, lobisomens, bruxos, mutantes, e até mula sem cabeça, *rs.
Deve ser legal ter um super poder, ou um super segredo, realmente é fascinante.
Já estou ansiosa para conferir Lua Nova, da série Crepúsculo, mas a sua dica vai me vencer, pois posso alugar os 3 de uma vez só e me esbaldar!
Ah, o Rob é demais mesmo, olha a rasgação de seda (vê se me traz um chocolate).
Bjos queridos!