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4 de fevereiro de 2013

Os Miseráveis

"I had a dream my life would be, so different from this hell I´m living. So different now from what it seems. Now life has killed the dream, I dreamed". Em uma das milhares de sequencias emocionantes de  Os Miseráveis (Les Misérables, 2012), Anne Hathaway canta a fragilidade de Fantine, uma prostituta que depois de ser demitida da tecelagem onde trabalhava, vende seus cabelos, seus dentes, seu corpo e seu orgulho para sustentar a filha, Cosette, que é criada por um casal.

Como há muito eu não via, Os Miseráveis é um musical com "M" maiúsculo. São quase três horas de filme sem diálogos, só melodias. Dores cantadas, sentimentos expressados pela música, tudo muito bem arranjado. O longa é uma história de redenção, de esperança, fé, sonhos. Muitas premissas louváveis em uma França que tratava seus nativos como lixo. Uma monarquia que fechava os olhos para os problemas sociais, quase um lixo à céu aberto.

Jean Valjean (Hugh Jackman) é preso por roubar um pão para alimentar sua irmã e sobrinho que estavam famintos. É preso, passa 19 anos sob custódia da lei e, quando liberto, é declarado pela lei como um homem perigoso. Saí de lá cheio de ódio. E ganha uma nova chance através de um bondoso padre. tem início a redenção de Valjean.

Nessa nova jornada trilhada por Valjean aparece Fantine (Hathaway) que marca o caminho do ex-Wolverine para sempre. Desamparada, Fantine é a responsável pela segunda redenção de Valjean que, ao tomar para si a responsabilidade de criar sua filha, acaba reencontrando o amor e a compaixão.

Anos depois Cosette (Amanda Seyfried), agora filha de Valjean, ameaça sua planejada vida ao se apaixonar pelo joven revolucionário Marius (Eddie Redmayne). Tem início uma nova trilha pela redenção.

Aos mais críticos, a história de "Os Miseráveis" pode parecer absurda. Afinal, reza a lenda que em um dia qualquer o escritor francês Victor Hugo vagava pelas ruas de Paris no século XIX quando se deu conta do abismo social ditado pelas classes. Ao registrar o ódio nos olhos de um homem pobre que observava atentamente enquanto um nobre descia de sua carruagem, percebeu que a questão das classes não era apenas uma divisão. Para sustentar o luxo de alguns, milhares de cidadãos eram condenados ao lixo.

Trinta anos depois dessa memorável troca de olhares, em abril de 1862 Os Miseráveis é publicado. Foi sucesso de vendas e ganhou muitas adaptações de lá pra cá.

Com uma confiança digna de quem acabou de ganhar um Oscar por "O Discurso do Rei", Tom Hooper chamou para si a responsa de levar para a telona essa densa história. Uma das coisas mais legais é que os atores realmente cantaram. Não houve uso de playback. Eles usavam um ponto eletrônico onde podiam ouvir a melodia de suas canções. O moço foi tão cuidado que por vezes dá pra pensar que ele via o filme como uma ferramenta de pintura. Várias vezes a gente vê um cenário com gente com a mesma cor de roupa e uma pessoa se destaca. Na tecelagem todas as funcionárias em um azul sóbrio e Anne com um rosa vívido. Nas ruas de Paris a cavalaria real chegando com tudo e um rebelde com uma capa vermelha, símbolo máximo da resistência. Um delírio!

Isso dá mais dignidade aos 158 minutos do filme. Ouso dizer que há até momentos desafinados tamanha a emoção transmitida nas canções, bem diferente das milimetricamente ensaiadas versões para a Broadway.

Tirei o chapéu (e os lenços de papel da bolsa) para Hugh Jackman. Definitivamente o papel divisor de águas em sua carreira. Anne Hathaway trouxe a fragilidade necessária para Fantine além de uma carga de emoção assombrosa. Amanda e Eddie formam sim um casal ternura mas se encaixam tão bem, e mandam tão bem, que nem consigo pensar em outra dupla agora.

Destaque também para Sacha Baron Cohen e Helena Boham Carter, responsáveis pelas sequencias mais engraçadas e refrescantes do longa. Seria injusto não citar os mirins Isabelle Allen (Cosette criança) e Daniel Huttlestone (Gavroche), os dois pequenos que me arrancaram litros dos olhos. Eponine, minha personagem predileta, interpretada com maestria e emoção por Samantha Barks não pode ser deixada de lado.

Aviso, no entanto, que se trata de um longa para quem aprecia musicais. Quem vai ao cinema esperando ver algo superficial, com duas ou três canções, vai se arrepender. Como disse são quase três horas de filme, que passa por momentos cansativos eu confesso (em determinado momento seus ouvidos vão implorar por um diálogo falado) mas isso não compromete a magistral obra de Hooper. Minha única observação: O Russel Crowe ganhou tempo demais cantando.... do elenco todo é o último da minha lista :) 

Me critiquem mas o que mais encanta nessa história é a atemporalidade dos temas abordados por Hugo. Ainda mais se pensarmos no cenário caótico no qual vivemos hoje. A paixão pela justiça, as convicções, o romantismo em relação à igualdade, tudo isso desperta na gente uma vontade pueril de lutar por algo, de levantar uma bandeira, de morrer por uma causa. Mas isso sou eu né minha gente, minha humilde opinião.

Minha recomendação? corra agora para a sala mais próxima. não se esqueça de muitos lenços de papel e até um paramédico se der pra levar. Não vou nem entrar no mérito da trilha sonora, das letras prá lá de profundas e ideológicas do filme.Já diria Galvão Bueno: "É teste pra cardíaco amigo".

beijos


20 de julho de 2011

Rent - os boêmios

E hoje é dia do amigo. Quer dizer, no calendário né porque amigo não tem dia, tem espaço cativo, tem lugar guardado, tem boas lembranças, tem "podres" da gente de cor e salteado, enfim, amigo tem um pedaço da gente que ninguém mais tem.

O mais bacana nas amizades é a diversidade das pessoas que consideramos amigas de verdade. Muitas não têm absolutamente nada a ver com a gente, outras têm algumas semelhanças e há quem seja a sua cópia fiel. Amigos são vitais para nossa sobrevivência.Esse mix de características me levou a escolher o filme RENT (Rent, 2005). O musical conta a história de 8 amigos, cada um completamente diferente do outro mas que têm em comum o amor pela música e a boemia.

O longa de Chris Columbus (que é inspirado numa peça escrita por Jonathan Larson para a Broadway) traz a vida desses amigos vivem na moderna East Village, bairro da cidade de Nova York. Entre eles está Mark Cohen (Anthony Rapp), um cineasta nerd que ama Maureen Johnson (Idina Menzel), uma professora pública. Já Maureen sente atração por Joanne Jefferson (Tracie Thoms). Roger Davis (Adam Pascal) é o companheiro de quarto de Mark, viciado em drogas e portador do vírus HIV. Roger é apaixonado por Mimi Marquez (Rosario Dawson), uma dançarina que mora com o gênio da computação Tom Collins (Jesse L. Martin) que, por sua vez, gosta da drag queen Angel (Wilson Jermaine Heredia).

Como disse, um completamente diferente do outro mas que se atrairam por esse mágico sentimento chamado amizade. Claro que com tanta gente, rolam flertes, paixões, brigas, confissões tudo o que compõe uma boa história mas em meio ao turbilhão de problemas a lealdade e a certeza do poder contar um com os outros se destaca.

Nem vou entrar no mérito da trilha sonora que é simplesmente sensacional! Todas as canções, além de musicalmente impecáveis, são carregadas de mensagens. Há quem diga que o filme é uma apologia ao sexo e as drogas. Na minha visão retrata um grupo de jovens descobrindo como lidar com uma doença (que viria se tornar um dos grandes desafios da humanidade mais pra frente) e viver por um ideal.

Se o filme fosse feito hoje, retrataria o mesmo grupo de amigos mas um pouco mais neuróticos, workaholics, estressados e em pânico. Retrato do mundo moderno.

Mas isso não importa, o que importa mesmo e levar a sério a frase do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry no livro O Pequeno Príncipe e acreditar que realmente somos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos.

A música tema de Rent se chama "Seasons of Love" e a mensagem principal é como contamos nossas vidas? Em horas, minutos, xícaras de cafés, fraldas, sorrisos, multas de trânsito ou se tudo se resume à maneira como morremos.

Eu digo que contamos nas lições que aprendemos nos exemplos que demos, nos tombos que levamos, nas barreiras que superamos, nas conquistas e principalmente, nos amigos que conquistamos.

Um beijo enorme para todos meus amigos!!


7 de março de 2010

vale um debate

Inspirada por um amigo,fiquei pensando em um aspecto "cinemístico" dia desses. Confesso que ainda não cheguei à uma conclusão mas achei bacana deixar o espaço aberto para um debate sobre o tema (garanto que rende meu povo!). Falemos das cinebiografias musicais, aqueles filmes fantásticos que retratam a vida de nossos cantores/bandas/músicos prediletos. Em geral essas produções além de uma trilha sonora deliciosa, trazem grandes atuações também.

A pergunta é a seguinte: É possível diferenciar talento de imitação? Ou para imitar é preciso ter talento? Vou além, similaridade física suplanta o talento?

A pergunta foi feita pelo Gui Sierra, amigo de longas listas musicais, ao discutirmos a injustiça da escolha do Oscar (na verdade isso é assunto pra outro post já que a academia deixou de ser selo de qualidade há eras..) enfim, em nossa humilde opinião o Carequinha deveria ter ido para as mãos de Joaquim Phoenix, que saiu da festança apenas com a indicação.

Vamos aos fatos: Joaquim não lembra em nada a aparência de Johnny. Se levarmos em conta a atuação não dava pra ser melhor. O jeitão meio dark, aquele vozeirão estremecedor e toda a melancolia transmitida na música lembrava, e muito, o cantor original. Ao lado do ator apenas o talento. Pra quem é fã de Johnny , era fechar os olhos e viajar, pois nem com reza brava iríamos lembrar de Johnny ao olharmos para Joaquim.

Jamie arrasou também, é claro, todos os mperitos para ele, mas nesse caso será que a semelhança física não influi em nosso julgamento? Explico, a caracterização de Jamie Fox foi PERFEITA! Ele ficou a cara de Ray Charles! O ator é cantor também, e a leveza e todos os trejeitos ao tocar piano foram fielmente reproduzidos por ele.Repito, atuação louvável.

Sei também que não dá para comparar pois ambos disputaram a estatueta em edições diferentes (Jamie em 2005 e Joaquim em 2006). O segundo perdeu para
Philip Seymour Hoffman, de "Capote". Essa é apenas mais uma injustiça da maior festa do cinema nacional. Hoje de noite tem mais, com certeza. Mas essa é a minha percepção (e do Gui né, que iniciou a discussão). Talvez a predileção por Johnny Cash nos faça ver injustiças onde não há. Pode ser. Ou não (já diria Caetano).

Amo Cash mas não posso negar a contribuição de Ray para a música. O cara era genial, por isso repito que o texto em nada desmerece o artista. Está na minha lista de top 10 com certeza (tanto o filme quanto o músico) .

Mas fica a pergunta: O que você acha?

beijos


20 de dezembro de 2009

Magia Disney em S.Paulo

Mágico! Essa é a única palavra que cabe para descrever as emoções de domingo pela manhã. Contextualizando: Parada Disney em Santana. Levei minha sobrinha e meu primo para ver esse desfile que trouxe carros com principais personagens da Disney, aqueles que nos encantaram na infância e encantam ainda, no meu caso pelo menos exercem o mesmo fascínio que anos atrás. O dia estava quente pra burro, o lugar cheio que crianças afoitas, um calor do cão, o cansaço gritando. Tudo isso incomodou até a hora que aquela famosa músiquinha que inicia todas as produções da Disney (quando aparece aquele castelo) começou a tocar.

Histeria total, gritos das crianças, a Helena (minha sobrinha de 3 aninhos) estava em meus ombros e não parava de gritar, não sei o que doía mais, meus ombros ou meus ouvidos. Para abrir o desfile um carro com Pato Donald e Margarida, lindos acenando e levando a galera à loucura!Logo atrás deles talheres anunciavam o casal mais sensacional do estúdio: A Bela e a Fera. Quem me conhece sabe que adoro esse desenho e confesso que não pude conter as lágrimas. É uma coisa de outro mundo (sim eu tenho consciência de que são atores) mas a magia que cerca tudo relacionado a Disney é irresistível.

Sei também que isso não é nada comparado ao parque em Orlando (2010 aí vou eu!!) mas o momento era ainda mais especial porque muita gente ali nunca poderá ir até a Disney mas todos puderam ,por 1h30 aproximadamente, se encantar com personagens que fizeram e fazem parte dos sonhos infantis , estavam por lá Mogli, Pinóquio, A pequena Sereia, Tinkerbell e as fadas (lindas!), Toy Story, as vilãs dos desenhos (Cruela, as bruxas, as hienas) Alladin e Jasmim, Pooh e seus amigos, capitão Jack Sparrow, Peter Pan e Wendy, capitão Gancho e seus piratas,Timão e Pumba,um carro especial que era um castelo com as princesas e seus príncipes: Branca de Neve, Cinderela e a bela adormecida que além de seu amado trouxe também suas amigas Fauna, Flora e Primavera, Lilo e Stitch e High School Musical.

Todos os carros acompanhados de cantores que cantavam os temas principais dos filmes ajudavam ainda mais a criar essa atmosfera incrível.Não tinha um ser vivo calado quando ouvia "necessário, somente o necessário, por isso é que essa vida ou vivo em paz" ou "hakuna matata, é lindo dizer , hakuna matata e vai entender".Foi tudo lindo, apesar da muvuca, e devo dizer minha gente que pra quem, como eu, é tarado por desenhos animados , curtiu e muito o momento, com direito à orelhinhas de Minnie e tudo.Como eu disse, foi mágico.

17 de outubro de 2008

Mamma Mia! Here I go again!

Está pra nascer um ser que nunca tenha ouvido uma canção sequer do grupo sueco ABBA.
E quem diz que nunca ouviu, mente.

Pra vocês ,que como eu, amam de paixão hits como Dancing Queen, Mamma mia e a ícone dos corações partidos The winner takes it all aí vai a dica:
Mamma Mia ! ( Mamma Mia!, EUA/ Reino Unido, 2008 )
Além da música e do clima nostálgico ( até pra quem não acompanhou o ABBA em seus dias de glória mas curte assim mesmo) o filme ainda traz um elenco de primeira, divertidíssimos, lindíssimos, afinadíssimos e merecedores de muitos outros superlativos.

É a história de Donna ( Meryl Streep) que mora com a filha em uma belíssima ilha na Grécia ( que cenário hein!). A menina Sophie ( Amanda Seyfried) está prestes a se casar,e para enfrentar essa barra a mamis chama duas amigas de juventude( Julie Walters e Christine Baranski) que com ela formavam um trio chamado Donna and the Dynamos.
A história se baseia no fato de Sophie não saber quem é eu pai, nas vésperas do casório encontra a agenda da sua mãe com os três possíveis papais.
Detalhe: a moça está muitísimo bem servida de pais , imaginem só Pierce Brosnan ( UAU!), Colin Firth ( ai meu Deus!) e Stelan Skarsgård ( uótemo!!).

Em meio ao belo cenário e as inesquecíveis canções, a história é contada de um jeito divertido e leve , criando um ar de "de volta ao passado".
O filme tem cara de trilha sonora da vida sabe, há músicas que se encaixam perfeitamente em cada momento , alegria, tristeza, amigos, amores e por aí vai.
Nem preciso dizer que é impagável ver esse time de estrelas completamente cômicos, cantando, dançando, fazendo caras e bocas e usando umas roupinhas .... meu amigo rs rs rs rs.
O filme já faturou mais da metade de seu orçamento no fim de semana de estréia e ver uma atriz do calibre de Meryl Streep habituada à papéis densos , pulanda feito criança em cima da cama, não tem preço!

Quando eu fui ver , o cinema inteiro cantava ( é inevitável) e só dava pézinhos se movendo embaixo do banco. Não deveria mas PRECISO comentar o momento Pierce Brosnan de camisa aberta cantando na chuva!! O que é aquilo??? Engraçado foi que estávamos eu e minha amiga Vanessa vendo o filme, nesse momento crucial de nossas vidas eu e ela ficamos boquiabertas e para interromper esse nosso surto só mesmo o barulho dos M&M´s rolando pelo chão ( sim no desespero característico de duas loucas, derrubamos metade de um pacote master desse docinho). Por aí vocês podem ter uma base do efeito dessa cena em nós.

Estudos comprovam: ABBA rejuvenesce sim! Vocês vão ver, a minha amiga Meryl que já chegou aos 6.0 ( e põe pontinhos nisso) parecendo ter 20 aninhos!!

Destaque para as amigas de Donna, hilárias!

Enfim , filme pra ver com as amigas ( diversão garantida) com os amigos, namorados, casos ...indicado para qualquer situação!

E mamma mia, here I go again!!

beijos

16 de janeiro de 2008

Minha vida com trilha sonora!




Eu a-do-ro musicais, não sei precisar bem a razão, se é pelas músicas mesmo, se pelas coreografias ou se pela sensação que esse tipo de filme causa na gente, uma vontade de colocar trilha sonora na vida também...

Por falar nisso, quem aí já viu Grease , nos tempos da brilhantina (Grease, EUA, 1978)? A história pra quem não conhece pode parecer simples demais, uma escola, romances e crises adolescentes e muita música You´re the one that I want, you are the one I want hu hu hu ( lembra??)


A romântica Sandy (Olivia Newton-John), conhece um guri chamado Danny Zuko (John Travolta) numa praia no verão, se apaixonam e passam momentos lindos. O problema é quando as férias terminam e cada um vai pro seu canto...ou quase isso. Sandy, que deveria voltar para a Austrália, vai parar no mesmo colégio de Danny e lá percebe que ele não é realmente aquele príncipe encantado que ela conheceu, afinal de contas ele é o líder dos T.Birds e tem um nome a zelar né, não pode ficar por aí bancando o apaixonado. Ela também não é recebida com todo o carinho pelas Pink Ladies, já que dali ela é a única "princesinha".


E olha só como a trilha é importante! Qualquer pessoa que gosta desse filme e escuta qualquer uma das músicas rapidamente associa à certa cena, quer ver?


Você ouve "Hopelessly devoted to you"e já lembra da Sandy no jardim olhando pra imagem do Danny refletida numa espetacular piscina plástica! Ou "Summer nights" com o Danny distorcendo todo o belo passeio pela praia ou "Greased lightning" com a turma arrumando a lata velha!


Pois bem , é isso que eu dizia quando expressei a vontade de que a vida também tivesse trilha sonora. Mas a verdade é essa, ninguém vai dar um play quando eu estiver de coração partido e de repente eu vou ouvir "All by myself" do além, se eu quiser uma trilha pra vida, eu que arranje!


Pois hoje eu sinto vontade de dar um pause e mudar de rumo, é mesmo, no fim das contas eu escrevo o roteiro dessa epopéia que é a minha vida , cada um é responsável por querer dizer "goodbye to Sandra Dee" e começar de outra maneira.


Eu escrevo esse texto em homenagem a minha amiga Mari Morenghi,minha Frenchy querida , afinal blonds do have more fun! Essa é uma daquelas pessoas que você olha e já tem vontade de cantar, a trilha dela é sempre alegre a contagiante, não importa o momento ou lugar, é sempre linda!


Taí,vamos combinar,a partir de hoje todo momento vai ter trilha sonora, ainda que seja na sua cabeça, convenhamos que assim a vida fica mais gostosa.


Afinal o mundo está repleto de melodias e eu é que não quero ficar ao som de " love of my life" a vida inteira ( ainda que o momento peça essa canção rs rs ) vamo que vamo que ainda há muito roteiro pra ser escrito, cenas deletadas , trilhas compostas e versões do diretor rs rs rs!


No fim das contas Grease is the word, is the word that you heard It's got groove it's got meaning Grease is the time, is the place is the motion Grease is the way we are feeling.


Té +
Leiloca