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12 de fevereiro de 2010

Oscar 2010: A missão

Caros leitores e fiéis seguidores dos devaneios "cinemísticos" desse blog, vocês vão viajar no feriado!?
Pergunta besta mas com fundamento! Se algum de vocês, assim como eu, vai ficar em Sampa no feriadão, aí vai um convite pra curtir os dias de folga: Que tal embarcar na missão Oscar 2010!?

Explico: A premiação será no dia 7 março, desta vez 10 indicados ao prêmio mais esperado da noite, o de Melhor Filme. Pra não fazer feio nos palpites e almejar o prêmio do bolão (sim, eu faço bolão do Oscar) nada melhor que correr para a sala mais próxima e conferir as produções. O que me dizem!?

Não sei vocês mas eu estou super dentro empenhada e , para ajudar os interessados, aí vai a lista dos indicados a Melhor Filme e um link bacana pra conferir as salas e horários de exibição. Lembrando que nem todos conseguiremos ver no feriado mas, por outro lado, alguns já estiveram ou estão em exibição.Mesmo assim, a missão é árdua e exige esforço ,suuuuper prazeroso por sinal!

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Um Sonho Possível
Distrito 9
Educação
Guerra ao Terror
Bastardos Inglórios
Preciosa - Uma História de Esperança
Um Homem Sério
Up - Altas Aventuras
Amor sem escalas

No site do cineclick www.cineclick.com.br é possível conferir as salas e horários de exibição além de um hotsite bacana sobre a 82ª edição do Oscar.

É isso, ótimo carnaval, juízo e bom divertimento turma!
beijos

21 de julho de 2009

O Clube do Filme

Junte um adolescente de 15 anos que não gosta de estudar e tem péssimo desempenho escolar e um pai que não sabe muito bem o que fazer e permite que o filho abandone a escola impondo uma condição: que eles assistam juntos 3 filmes por semana indicados pelo pai.
Essa experiência real resultou no Clube do Filme, ótimo livro lançado pela editora Intrínseca. O autor canadense David Gilmour relatou essa vivência com o filho e abordou assuntos que interessam não só os amantes da 7ª arte.

Os filmes escolhidos são bárbaros, muitos conhecidos do grande público, outros nem tanto. David não estabeleceu um critério de seleção, mas levava em conta o interesse do filho por determinados temas ou um sentimento do momento, quando por exemplo o jovem estava sofrendo por terminar com uma namorada e o pai poupou cenas românticas e criou um módulo só de terror.
Antes de cada sessão o autor faz um relato breve explicando a história do filme ou do diretor, pede atenção em determinada cena ou conta alguma curiosidade sobre a película exibida e depois faz a pergunta final: E aí o que você achou? Muitas vezes a opinião do filho desapontava e eu acho que esse fator foi bastante positivo para a história toda, pois promovia a discussão e o debate sobre os personagens, roteiro e direção.

Esse período de sabatina do cinema aproximou bastante Gilmour do filho e criou uma relação de confiança entre os dois que passaram a compartilhar experiências, ideias e vivência. É interessante perceber a visão do pai sobre o futuro do filho, o medo de ter tomado uma decisão errada que transforme seu descendente em um marginal ou mesmo os conselhos que ele dá quando o garoto tem uma decepção amorosa. Esse relacionamento é bastante admirável e penso que muitos gostariam de ter o ombro amigo do pai e ouvir suas experiências e frustrações naqueles momentos em que parece que nada mais vai dar certo.

Ah, não percam as Cineopses que Gilmour oferece sobre clássicos e atuações, a meu ver são verdadeiras aulas e prepare-se pois você vai ler muito sobre Clint Eastwood, Hitchcock, Jack Nicholson, Sharon Stone, Woody Allen, Marlon Brando, Tarantino, Scorsese, Mastroianni e por aí vai.

Super indico o livro, que em uma visão de menina pode ser traduzido como o Clube da Luluzinha Masculino. Tenho certeza que assim como eu, o leitor que gosta de falar sobre cinema e coisas da vida vai “consumir” o book em pouquíssimas horas.

28 de maio de 2009

Dica para o weekend

Quem pensa que as meninas do Cineopse são duas nerds que ficam em casa o tempo todo assistindo filmes vai se decepcionar.
Fiquei sabendo que as duas moçoilas irão baladear nesse fim de semana.

É isso mesmo, as escrivinhadoras estarão em uma super festa, lançamento do Fanzine Firma, que vai rolar no próximo sábado (30/05), no Sub Pub, na Vila Madalena.

A festa é promovida por um leitor desse blog, o João Pejan, e terá como Dj, além de um pessoal super hype, a colaboradora Bruna.
Ah, fontes confiáveis informaram que a balada terá um telão onde serão exibidos vídeos loucos e trechos de filmes.

A dica está dada, quem estiver de bobeira e quiser interagir um pouco mais com a galera desse blog, é só aparecer.

Serviço
Festa: Lançamento Fanzine Firma
Local: Sub Pub - Rua Girassol, 405, Vila Madalena - São Paulo
Horário: a partir das 22h
Quanto: R$ 10,00 entrada
O que vestir: O que estiver com vontade, mas não se esqueça do sapato confortável
O que levar: Câmera fotográfica para registrar os momentos e postar no blog pra fazer inveja
Para mais informações acesse: sitedafirma.blogspot.com

6 de maio de 2009

London, London, London

Caramba, faz tempo que eu não escrevo um post, mas tenho lá minhas desculpas para isso. É claro que eu nem vou ficar elencando-as, pois no fundo sei que o leitor vai pensar que é preguiça e eu tenho consciência de que quando se quer é possível arrumar um tempinho.

O post de hoje não será sobre um filme, mas indiretamente sobre vários. Pois é pessoal, eu não vou fazer mágica, é só continuar lendo que vocês vão entender.

Recentemente adquiri o livro “Movie London”, um book com muitas informações sobre as locações de 500 filmes rodados em Londres. O legal é que esse book é divido por área, tem descrição detalhada da região, e além de tudo é ilustrado com mapa que sinaliza as estações de metrô. Ou seja, você pode facilmente estar andando em London e se deparar com o flat do Jude Law em Closer, a igreja de Quatro Casamentos e um Funeral, o hotel de Trainspottig, ou mesmo a estação de trem onde os jovens bruxos pegam o Expresso para Hogwarts, na plataforma 9 ¾, do famoso Harry Potter.

São vários filmes e muitas curiosidades, sem falar que o livro ainda presta serviço de guia, pois oferece dicas de hotéis, restaurantes, bares, cinemas e sites de pontos turísticos onde foram gravadas algumas películas, é claro.

A compra valeu a pena e não posso deixar de mencionar que em uma passagem recente por essa cidade encantadora me deparei com muitos pontos por puro acaso. Ah, só isso já dá uma história de filme, afinal, mulheres adoram acasos.

“Movie London – Exploring the city film by film” está disponível para compra no site da Amazon.
Espero que gostem da dica britânica.
Kisses!
Bru

19 de março de 2009

Poder para o Povo

Tão batida quanta a discussão se o cd vai morrer ou não e se o jornal de papel vai acabar ou não é aquela sobre as salas de cinema. Se elas vão deixar de existir ou não, já que hoje em dia muita gente prefere baixar os filmes em casa ou comprar o piratinha por 5 reais.

Acho essa discussão um pé no saco, já que é muito óbvio que sempre existirão amantes da sétima arte que irão escolher a melhor opção para apreciar um filme, que é naquela tela gigante e com altos falantes gigantes também.

Mas o que pouca gente sabe é que essa suposta “crise existencial” do cinema tem possibilitado uma inversão de valores, onde quem passa a mandar é o telespectador, que escolhe o que quer assistir e não precisa mais ser refém de tantos blockbusters norte-americanos!!

Como assim??

É mais ou menos assim: um grupo de amigos entrou numa viagem sobre como seria legal ver alguns filmes clássicos novamente na telona. E pensaram que, assim como eles, outras pessoas poderiam querer o mesmo. Por que não mobilizar então esse pessoal pela internet??

Foi assim que surgiu o site Movie Mobz (http://www.moviemobz.com/). Eles sugerem o filme e esperam juntar um número de gente que toparia ver esse mesmo filme num dia e horário estipulado. Quando juntam gente suficiente para encher uma sala, eles entram em contato com o dono de algum cinema e fazem a proposta de passar o filme pra essa galera. Com a proposta de ter sala cheia naquela sessão, é claro que o proprietário do cinema topa e fecha o acordo com o pessoal do Movie Mobz.

Eles já conseguiram assistir a vários filmes bacanas na tela do cinema e têm planos mais ambiciosos pro futuro, como organizar campeonatos de videogame e até transmitir a próxima Copa do Mundo em cinemas.

Quem se interessar pela mobilização, é só entrar para o movimento. E fica o exemplo de que o poder está sempre na mão do povo. Que é possível se unir, se mobilizar e conseguir as coisas que a maioria quer. Se não dá pra mudar os políticos, se não dá pra acabar com o círculo vicioso da corrupção no Brasil, que dê pelo menos pra gente escolher o que quer ver no cinema. Já é um bom começo.

Por Marko Panayotis

Amigo, jornalista, conhecedor dos bastidores de tv (calma eu não disse fofoqueiro), vocalista do Miguelito Cochabamba e blogueiro. O jovem Paná enriquece alguns diários virtuais com suas idéias: http://sonsdovodu.blogspot.com/

6 de fevereiro de 2009

Viagem no Tempo na São Paulo Modernete


Nossa faz tempo que não passo por aqui, aliás, na minha modesta opinião esse blog começou o ano com poucos posts não é mesmo Dona Leila?!
Posso me justificar dizendo que não estou assistindo muitos filmes, que andei sem inspiração e que com esse calor nordestino dá vontade mesmo é de ficar no bar com o copo na mão.
Bom, pra compensar essa ausência escrevi dois posts, pois loucura pouca é bobagem (ouvi essa frase hoje e tem tudo a ver com o filme que vou contar). Mas antes de escrever sobre o filme vou falar de uma sala de cinema. É isso mesmo, tomei a liberdade de usar esse espaço para discorrer sobre o Gemini, um cinema antigo, na Avenida Paulista, que mantém uma estrutura mega retrô.
A viagem ao passado começa na bilheteria, com uma única moça no atendimento que lhe vende um bilhete daqueles antigos, pequenos e coloridos (ele não é impresso em computador).
Subindo a escada que dá acesso às salas, tapetes coloridos em tons quentes como vermelho e frios como azul invadem o campo visual, sofás espalhados para o público aguardar e música clássica rolando conferem um visual vintage ao local.
As salas do cinema são amplas, com poltronas vermelhas brilhosas (sem encosto para copo), ar condicionado bem fraco e casais namorando nos cantos (nessa hora eu senti falta do lanterninha). Antes do filme não passam propagandas intermináveis, apenas trailers, dois ou três no máximo. Ah, não posso esquecer da pipoca que tem a opção com ou sem manteiga e do docinho cortesia.

Entrar no Gemini lembra infância, época em que minha mãe me levava no cine São Geraldo, na Penha, para assistir filmes da Xuxa, como o Lua de Cristal, comendo bolacha recheada de chocolate.

Aproveitem! É um dos poucos lugares em São Paulo que não têm fila.

Gemini - Avenida Paulista, 807 - Metrô Brigadeiro